Acabei de ter acesso a pesquisa realizada pela Forrest Research com as previsões dos profissionais de marketing dos EUA para os próximos 5 anos, até o momento nenhuma novidade, cada vez mais se confirma a velha profecia apocalíptica sobre as mídias tradicionais. Veja neste post o resumo da pesquisa.
O resumo da pesquisa é que as mídias online duplicarão sua participação no orçamento de marketing das empresas que permanecerá o mesmo durante o período. Como não há milagres em contabilidade esse crescimento se dará pela redução do investimento em mídias tracionais (TV, Rádio, Revista, Jornal, etc..)
O motivo desse movimento segundo os entrevistados é óbvio, midias digitais oferecem maior retorno por dólar aplicado. (pelo menos por enquanto)
Alguns números interessantes retirados da pesquisa:
60% aumentarão o orçamento para campanhas interativas remanejando orçamento das estruturas tradicionais de comunicação
70% têm expectativa de que a eficácia dos canais como as mídias sociais, vídeo online e marketing via celular deve crescer
50% destacaram que a eficácia da mala direta, TV, revistas, outdoor, jornais e rádio podem permanecer a mesma ou até diminuir no prazo de até três anos.
Segundo Josh Bernoff (responsável pela pesquisa) isso significa que a mídia tradicional está em apuros, ou, pelo menos no meio de uma transformação. Por exemplo, anúncios de vídeo online, categoria que deverá absorver de cerca de US$ 870 milhões este ano, vão crescer para mais de US$ 3 bilhões em 2014. Como serão acelerados os planos de jornais para tornarem-se mais e mais centrados no online? Isso significa que as mídias sociais, que contabilizarão US$ 716 milhões este ano entre o online e honorários de campanhas agência, irão gerar US$ 3 bilhões em cinco anos. E nem sequer se contam os anúncios em redes sociais (que exibem anúncios na categoria).
“De todas as peças de marketing digital, o marketing em redes sociais é um dos mais preparados para o crescimento explosivo”. Essa citação pode ser confirmada por outra pesquisa divulgada essa semana pela consultoria americana comScore onde 20% de todos os anúncios vistos na internet em Julho de 2009 nos EUA foram vistos através das redes sociais, 80% através do Facebook e do Myspace.
O resumo da pesquisa é que as mídias online duplicarão sua participação no orçamento de marketing das empresas que permanecerá o mesmo durante o período. Como não há milagres em contabilidade esse crescimento se dará pela redução do investimento em mídias tracionais (TV, Rádio, Revista, Jornal, etc..)
O motivo desse movimento segundo os entrevistados é óbvio, midias digitais oferecem maior retorno por dólar aplicado. (pelo menos por enquanto)
Alguns números interessantes retirados da pesquisa:
60% aumentarão o orçamento para campanhas interativas remanejando orçamento das estruturas tradicionais de comunicação
70% têm expectativa de que a eficácia dos canais como as mídias sociais, vídeo online e marketing via celular deve crescer
50% destacaram que a eficácia da mala direta, TV, revistas, outdoor, jornais e rádio podem permanecer a mesma ou até diminuir no prazo de até três anos.
Segundo Josh Bernoff (responsável pela pesquisa) isso significa que a mídia tradicional está em apuros, ou, pelo menos no meio de uma transformação. Por exemplo, anúncios de vídeo online, categoria que deverá absorver de cerca de US$ 870 milhões este ano, vão crescer para mais de US$ 3 bilhões em 2014. Como serão acelerados os planos de jornais para tornarem-se mais e mais centrados no online? Isso significa que as mídias sociais, que contabilizarão US$ 716 milhões este ano entre o online e honorários de campanhas agência, irão gerar US$ 3 bilhões em cinco anos. E nem sequer se contam os anúncios em redes sociais (que exibem anúncios na categoria).
“De todas as peças de marketing digital, o marketing em redes sociais é um dos mais preparados para o crescimento explosivo”. Essa citação pode ser confirmada por outra pesquisa divulgada essa semana pela consultoria americana comScore onde 20% de todos os anúncios vistos na internet em Julho de 2009 nos EUA foram vistos através das redes sociais, 80% através do Facebook e do Myspace.
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